FUNDAÇÃO
Em 29 de Janeiro de 1997, por Escritura Pública lavrada no 2º Cartório Notarial de Setúbal e Publicada no Diário da República III Série, nº 100, de 30.04.97

CAPITAL SOCIAL
É de 3.372.000,00 Euros, totalmente realizado e dividido em 674 400 acções de 5,00 Euros. Empresa constituída por cooperantes da Aligrupo.

PORQUÊ
Os Suinicultores associados da Aligrupo haviam resolvido o grande problema que era a comercialização dos seus animais, através do Agrupamento. Havia, no entanto que dominar o factor de produção mais determinante na produção animal.

Sabíamos que o peso da alimentação correspondia a 75% do Custo de Produção. Era determinante conseguir dominar este custo, afim de o poder baixar, dado que as margens praticadas em Portugal, eram incomportáveis para a pecuária Nacional. Entretanto, chegou ao nosso conhecimento que o Banco de Fomento Exterior tinha à venda as instalações da ex-Sulvega. Agradou-nos a localização, o facto de ser uma indústria transformadora de Alimentos Compostos (ainda que em moldes desenquadráveis às nossas pretensões), mas com algumas benfeitorias perfeitamente ajustáveis às nossas necessidades.

Rapidamente iniciamos conversações tendentes à concretização do negócio, que se viria a realizar em Agosto de 1996.

DA ALIGRUPO NASCE A ALIRAÇÕES

Fabricação de Alimentos Compostos para Animais

OBJECTIVOS DA ALIRAÇÕES:

1 - Produzir alimentos Seguros; 2 - Viabilizar a actividade Pecuária; 3 - Ganhar a confiança dos consumidores; 4 - Contribuir para a melhoria da imagem do sector

PODEMOS DIZER QUE A ALIRAÇÕES:

1 - Responde às exigências da legislação em vigor; 2 - Apoia o desenvolvimento da pecuária portuguesa; 3 - Acompanha a evolução do mercado e responde às exigências de qualidade e segurança alimentar; 4 - É um parceiro fundamental para a evolução e competitividade da actividade pecuária portuguesa.

Dos 63 associados da Aligrupo, aderiram a este projecto, os 60 abaixo identificados:

ABÍLIO FERREIRA ANTUNES
ADELINO CÉSAR DA SILVA
ADELINO DE JESUS MORGADO
AGRO-PEC. DO TORROAL, LDA
AGRO-PECUÁRIA DA CAEIRINHA, LDA
ANTÓNIO ANTUNES DE SOUSA
ANTÓNIO GOMES VALENTE
ANTÓNIO HERMÍNIO ALMEIDA CHULA
ANTÓNIO JOSÉ BALSEIRO DA SILVA
ANTÓNIO LOPES MOURO, LDA
ANTÓNIO MANUEL DE CASTRO
ANTÓNIO MANUEL RAMALHO GUERRA
ANTÓNIO MANUEL T. SILVA RAMOS
ARTUR DE OLIVEIRA
CAMILO FERREIRA DA SILVA
CARLOS BARROS CONTRAMESTRE
CASA AGRÍCOLA CECÍLIO, LDA
CUSTÓDIO MARQUES BRAÇO FORTE
DELFIM DE JESUS MORGADO
DIAMANTINO JESUS LAGOA
EXP. AGRO - PEC. VALE DOS CHOUPOS, LDA
FERNANDO MANUEL ANTUNES DA SILVA
GABRIEL DOS SANTOS EUSÉBIO
HERMENEGILDO JOSÉ GIL PESSOA
JEZELDE HENRIQUE MARQUE GOMES ZABELO
JOÃO DUARTE PEREIRA DOROTEIA
JOÃO FRANCISCO FERNANDES MARINHEIRO
JOÃO FRANCISCO JUSTINO SORNETA
JOÃO MANUEL SANTOS E SANTOS
JOAQUIM LUÍS TAVARES DE PINA JÚNIOR
JOAQUIM MANUEL ANTUNES DE SOUSA
JOAQUIM SALGUEIRO
JOSÉ ANTUNES DAVID
JOSÉ FERNANDES CAETANO
JOSÉ FERNANDO VALGODE COSTA
JOSÉ FERREIRA ALEXANDRE, LDA
JOSÉ HENRIQUES PEREIRA
JOSÉ JÚLIO TRINDADE JANEIRO
JOSÉ MIRANDA MARTINS
JOSÉ RODRIGUES DA PALMA JÚNIOR
JOSÉ RODRIGUES VENTURA
JÚLIO DE CARVALHO
LAVROGADOS, LDA
MANUEL FERREIRA MORGADO
MANUEL JOAQUIM GOUVEIA BATISTA
MANUEL LUÍS DA SILVA
MANUEL NICOLAU CANTANTE
CÂNDIDO MANUEL RIBEIRO
MARIA ROSALINA DIAS LOPES
MÁRIO GUARDA DE SOUSA
NUNO ANTUNES DE MATOS FORTUNA
PEDRO JORGE DOS SANTOS CAETANO
PORCUÁRIA-AGRICULTURA E PECUÁRIA, LDA
SOC. AGRÍCOLA CENTRAL DA AMENDOEIRA, LDA
SOC. AGRO. - PEC. DA MÃE D'AGUA
SOPAVICO - SOC. PECUÁRIA AVÍCOLA, LDA
SUINOPAL, LDA
SUZYFLORA, LDA
VITOR MANUEL MOTA MENINO

TRIÉNIO 2015/2016/2017

MESA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente - Drª Vanda Lisa Morgado Mota
Secretário - Inês Isabel Silva Chula
Secretário - José Miranda Martins


CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente - Vitor Manuel Mota Menino
Vice-Presidente - António Hermínio Almeida Chula
Vogal - Nuno Alexandre Capão Alegria


FISCAL ÚNICO

FORTUNATO & RAFAEL, S.R.O.C., representada por, Dr. António Manuel Corrêa de Sousa Fortunato

Suplente: Rafael Almeida da Silva

1 - 80% da produção é destinada ao auto-consumo;

2 - Implementado no seu sistema de fabrico, um sistema de higienização, garantindo assim a salubridade dos seus produtos, sendo todo o sistema acompanhado por um intenso dispositivo de analises.

Iniciado o estudo da Unidade Fabril a remodelar, foram consultados os principais fabricantes da Península, sendo a todos dado inteira liberdade para apresentarem o seu projecto, e que o mesmo visasse:

- O aproveitamento do material existente (revisionando-o e adaptando-o),
- Os custos industriais da Unidade Fabril.

Apresentados os diversos estudos, visitadas algumas Unidades Fabris, definimos o projecto, que mandamos orçamentar.

Tratou-se da mais moderna tecnologia em fabricação de Alimentos Compostos a nível Ibérico. Uma unidade vertical em que a motorização e a mão-de-obra, foram substituídas pela gravidade, ar comprimido e informática, tornando os custos de mão-de-obra, energia e manutenção mínimos.

Unidade Indústrial

Fotos da Fábrica

Fotos do Ciclo de Produção